A força do comércio nos bairros de Linhares

by ideale-jornal

Sem dúvida a pandemia do covid-19 mudou os hábitos de consumo, tendo como um dos reflexos o impulso dos mercados locais. A valorização do comércio de bairro, que já era uma tendência observada bem antes da pandemia, se acentuou. Os consumidores aumentaram seu apoio às pequenas empresas, ajudando-as a superar o momento de crise.

Em uma pesquisa global realizada pela Kantar em abril de 2021, explorando as expectativas das pessoas em relação ao pós-pandemia, mostrou claramente a força do comércio de vizinhança. Dentre os entrevistados, 68% revelaram a preferência por comprar próximo às suas residências e 64% acreditam na importância do comércio local na comunidade. A pandemia aumentou a necessidade de transformar os bairros em comunidades mais autossuficientes.

Seja um negócio de família ou uma loja muito bem estruturada, o comércio de vizinhança surge como uma oportunidade de empreender e movimentar a economia local, desenvolvendo os bairros e facilitando a vida dos moradores. Os estabelecimentos costumam estar na trajetória do dia a dia das pessoas, ao ir para o trabalho ou escola. Além disso, eles possibilitam oportunidades de emprego e renda para os moradores locais.

O comércio local já estava em processo de desenvolvimento. A Nielsen, consultoria global que acompanha o varejo, mapeou 3.124 pequenos mercados no Brasil em 2019, revelando um crescimento de 35% em 3 anos. Mostrou também o crescimento de 19% a 26% de utilização de minimercados nas compras para a família. Essa tendência de crescimento continua e vem se consolidando cada vez mais. Redes varejistas conhecidas identificaram a tendência mundial de levar as lojas de conveniência do posto para as ruas mais movimentadas da cidade e começaram a investir no resgate das “vendinhas de bairro”.

“Estudos mostram que o mercado de vizinhança pode ser visto também, como um ponto de repliche orologi encontro entre moradores, e favorecer um relacionamento de proximidade entre os atendentes e a clientela. Afinal, quem trabalha no mercado costuma conhecer moradores e suas preferências.” aponta o Edson Roncato, Head de Marketing dos negócios imobiliários da MV Participações.

As PMEs são as grandes beneficiárias dessas mudanças, pois conseguem construir uma certa identificação com seu público. Isto é, as pessoas conhecem a marca, vêem com frequência os vendedores e sabem onde ir caso tenha problema em alguma compra. Até mesmo grandes empresas vêm ampliando a rede de atendimento presencial, firmando parcerias com pequenos comerciantes ou mesmo abrindo filiais adaptadas à realidade dos bairros.

Um exemplo de empreendimento no município de Linhares que torna real essa tendência localiza-se no bairro São José, situado em um corredor com forte vocação para o comércio e serviços, a Av. Cecília Meireles. O projeto já está em fase de finalização da avaliação e foi desenvolvido com base em pesquisa que mapeou as potencialidades para lotes residenciais, áreas comerciais e quatro prédios que aumentarão a densidade populacional da região, favorencendo a viabilidade do comércio.

“A cada momento, a explosão imobiliária transforma áreas em grandes bairros, e nós repliche rolex incorporadoras estamos acompanhando essas transformações e desenvolvendo produtos para atender as demandas imobiliárias”, disse Henrique Monteiro, engenheiro da MV Participações.
 

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