Aumenta procura por financiamento de lote com construção em Linhares

by ideale-jornal

Um lugar para chamar de lar. Este é um dos desejos da maioria, senão todos os brasileiros. E mesmo que muitos acreditem que este sonho pareça estar distante, não está, com planejamento, disciplina e foco é possível realizá-lo sem dores de cabeça, já que o mercado imobiliário aqueceu novamente e por isso, está cada vez mais fácil atingir o objetivo da casa própria.

E para quem tem todo seu sonho planejado na cabeça e só precisa de um “empurrãozinho” para colocá- lo em prática, a Caixa Econômica tem uma modalidade própria para isso: o Terreno + Construção, que propõe diversas vantagens para quem deseja construir a casa própria. Nós do Jornal Imobiliário, na busca de levar informação aos nossos leitores entrevistamos a Marcela Ilha, proprietária da Ilha Financiamentos, o construtor Fred Bernardina Fereguetti, proprietário da Construart e a corretora da Conquista Imobiliária, Karla Bisi. Nesta entrevista eles falam tudo a respeito da modalidade de financiamento da Caixa: Terreno + Construção.


Jornal Imobiliário – Para utilizar esta modalidade de financiamento é necessário já possuir o terreno?

Marcela Ilha – Não é necessário que o cliente tenha um lote para o financiamento da construção. O cliente que tem interesse em construir sua casa pode, no mesmo financiamento, fazer a compra do lote e a construção.

Jornal Imobiliário – No caso do financiamento da construção, o que a Caixa financia? Somente o material de construção ou a mão de obra também?

Marcela Ilha – A Caixa financia a mão de obra e os materiais a serem empregados na obra.

Jornal Imobiliário – Como funciona a liberação do dinheiro no processo da construção e aquisição do lote?

Marcela Ilha – O valor do lote é pago ao vendedor assim que o contrato é registrado no cartório de registro de imóveis. Essa informação é importante, pois muitos investidores resistem em vender o lote por financiamento pois temem ficar vinculados ao comprador até que esse finalize a obra. Já os valores concernentes à obra serão liberados, na conta do cliente, à medida que forem executadas as etapas da obra (a etapa e o cronograma são pré-definidos na planilha de construção, preparada pelo arquiteto/ engenheiro contratado pelo cliente.

Jornal Imobiliário – Pra quem não é casado, mas tem união estável, é possível associar a renda com o cônjuge?

Marcela Ilha – Sim, é permitido. Além do cônjuge pode associar a sua renda com familiares ou amigos, lembrando que o imóvel sairá no nome das pessoas envolvidas no processo de financiamento.


Jornal Imobiliário – Quem decide o projeto da casa é o futuro proprietário, a Caixa ou o construtor?

Fred Bernardina Fereguetti – Todos tem papel determinante para finalização do projeto via financiamento. A Caixa só validará os projetos que respeitem a execução básica de construção do PDM local, por isso precisam passar por aprovação na Prefeitura e Saae, e, durante o desenvolvimento da obra, avaliará in loco se suas normas internas para uma construção, como: uso de vergas e contra vergas nas janelas, impermeabilização da base e paredes até 60cm e outras estão sendo cumpridas. O Construtor normalmente não teria nenhum tipo de papel nesta decisão de projeto, ficando somente com a construção. É aí que entramos com um grande diferencial: Oferecemos Assessoria gratuita para cliente que pretendem construir via financiamento. Quando atendemos um cliente desta modalidade, fazemos uma breve entrevista para entender suas necessidades, se já tem o lote, se pretende financiar o lote e a construção. Depois disso o encaminhamos a um Correspondente Bancário para que faça uma simulação de crédito, uma prévia do que teria de recurso para fazer essa construção. Baseado no resultado da simulação e, quando o cliente pretende também fazer um complemento com capital próprio, já conseguimos dar uma prévia da metragem da casa, a distribuição dos cômodos e até os tipos de acabamentos que poderiam ser utilizados. Fechando negócio conosco, o encaminhamos para o desenvolvimento dos projetos. Este trabalho é fundamental para o bom desenvolvimento dos processos, pois os recursos são bem aplicados sem haver desperdício. Confesso já ter atendido vários clientes que nos procuraram com projetos prontos e que não tiveram esse tipo de Assessoria, que ao procurar informações sobre seu crédito após nossa orientação, tiveram que rasgar seus projetos e refazê- -los. Na maioria dos casos, o projeto estava muito além do que o cliente teria de recurso para construir. Ao proprietário resta definir com o Arquiteto ou engenheiro o layout da construção, acabamentos e até planejamento futuro para ampliações.

Jornal Imobiliário – Qual o papel do engenheiro ou arquiteto neste tipo de financiamento?

Fred Bernardina Fereguetti – O papel é fundamental, é deles a responsabilidade de projetar a obra. Devem estar atualizados sobre as normas de construção da Caixa, que são constantemente revistas. Não estar ligado com a velocidade das mudanças do Banco, pode acarretar graves atrasos no processo, uma vez que os projetos são avaliados e corrigidos quando apresentados. Se precisarem ser corrigidos, o tempo de espera do processo de financiamento vai se arrastando. Com nossa Assessoria, o trabalho se torna mais rápido e assertivo, pois trabalhamos com profissionais atualizados sobre o assunto, tudo é elaborado conforme o crédito avaliado e a prévia de construção pré-estabelecida. Isso garante agilidade. 

Jornal Imobiliário – Quem faz a aprovação do projeto?

Fred Bernardina Fereguetti – Sempre o cliente, respeitando todas as normas vigentes exigidas bem como o plano financeiro pré-determinado.

Jornal Imobiliário – Caso o cliente queira mudar algo na planta, é possível alterar o projeto na fase da execução?

Fred Bernardina Fereguetti – É possível, porém este caminho vai demorar meses e gerar um grande custo. Os projetos teriam que ser alterados e reavaliados na Prefeitura, Saae e própria Caixa, fora outros tramites. A melhor escolha ainda é ter paciência para elaborar um bom projeto, estar atento as necessidades e detalhes. Manter diálogo aberto com o projetista e o construtor é fundamental para que tenha um melhor resultado final e até mesmo futuro. Durante a obra, uma equipe terceirizada e especializada contratada pelo Banco faz a medição e avaliação dos serviços conforme os projetos apresentados e aprovados nos órgãos vigentes, por isso devem estar 100% de acordo com o que foi proposto. Uma execução de obra diferente do projeto o levará a uma não conformidade, e, enquanto não for acertada, o Banco não liberará o capital para dar sequência a obra.


Jornal Imobiliário – Tem vendido muitos lotes nesta condição de pagamento?

Karla Bisi – Esta é uma modalidade democrática que tem atraído muitas famílias. A possibilidade de adquirir o lote na localização que o cliente quer e ainda poder participar do processo de produção da planta arquitetônica agrada muitos compradores. Por isso esta modalidade tem crescido.

Jornal Imobiliário – Com tanta procura nesta condição, qual o motivo do sucesso?

Karla Bisi – Ao meu ver, os motivos são dois: o crédito, pois a Caixa Econômica financia até 80% do composto lote + obra, e a possibilidade de fazer um projeto do seu jeitinho, já que é o cliente quem aprova o projeto.

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